A principal diferença está na velocidade e na duração da retirada de líquidos e toxinas do organismo.

  Na hemodiálise intermitente, essa depuração acontece em sessões mais curtas, geralmente de 2 a 8 horas, realizadas em intervalos específicos.

  Já na contínua, o processo é prolongado e a remoção de líquidos e toxinas acontece de forma gradual. Isso evita flutuações abruptas no volume de líquidos e eletrólitos e proporciona maior estabilidade hemodinâmica, algo especialmente importante em pacientes críticos e instáveis.

  Por isso, a modalidade contínua costuma ser utilizada principalmente nesse contexto, enquanto a intermitente está presente em diferentes serviços de saúde.

  No fim, a escolha entre as duas considera fatores como gravidade do quadro, estabilidade hemodinâmica, risco de complicações e recursos disponíveis.